Dois físicos do Japão conseguiram dividir água em laboratório, diz a revista New Scientist. Masakazu Iwasaka e Shogo Ueno, da Universidade de Tóquio, usaram potentes solenóides elétricos para criar um forte campo magnético em torno de um tubo horizontal parcialmente cheio de água. O campo magnético, umas 500.000 vezes mais potente do que o da Terra, forçou a água para as extremidades do cilindro, deixando uma parte seca no meio. O fenômeno, descoberto pelos cientistas em 1994, foi reproduzido por físicos na Europa e nos Estados Unidos. Como funciona? De acordo com Koichi Kitazawa, um colega da Universidade de Tóquio, a água ‘tende a se afastar do campo magnético. Isso explica por que um ímã potente repele a água, empurrando-a de lugares em que o campo magnético é elevado para outros onde é baixo’. Kitazawa batizou o fenômeno de “Efeito Moisés”.
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“Efeito Moisés”
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Eis mais uma prova de que ciência e religião podem caminhar juntas. Agora, abrir o mar vermelho tornou-se difícil, porém, não impossível...
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