A pele é o maior órgão do corpo e a primeira linha de defesa contra organismos patogênicos, desidratação e hipotermia. É por essa razão que vítimas de queimaduras e diabéticos com feridas abertas correm grande risco. A pele de cadáveres costuma ser usada para enxerto, mas é sempre difícil de conseguir. Outras desvantagens são que o enxerto de pele pode transmitir doenças e existe o risco de rejeição. O jornal The News, da Cidade do México, noticiou que biomaterial do intestino delgado de porcos vem sendo usado com sucesso para fazer enxertos de pele em pacientes com feridas que custam a cicatrizar. O curioso é que a porção do intestino do porco que é usada, a submucosa do intestino delgado, é muito semelhante à pele humana e existe em abundância. Jorge Olivares, cirurgião plástico, que faz experiências com a pele substituta, declara: “Os meus pacientes dificilmente ficam com cicatrizes e as feridas saram em poucas semanas. A maior vantagem é que o alívio da dor e da inflamação é quase imediato.”
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Pele substituta
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