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Estudo de Livro testemunho Cabal Cap: 4:13-20

"Elevaram . . . as suas vozes a Deus" (Atos 4:23-31)


13 Imediatamente depois de serem soltos da prisão, Pedro e João reuniram-se com os outros membros da congregação. Juntos, eles "elevaram . . . as suas vozes a Deus" e oraram pedindo coragem para continuar a pregar. (Atos 4:24) Pedro estava bem ciente da tolice de confiar nas próprias forças ao tentar fazer a vontade de Deus. Apenas algumas semanas antes, com excesso de confiança, ele havia dito a Jesus: "Ainda que todos os outros tropecem em conexão contigo, eu nunca tropeçarei!" Mas, como Jesus predisse, Pedro logo cedeu ao medo do homem e negou seu amigo e instrutor. No entanto, Pedro aprendeu de seu erro. - Mat. 26:33, 34, 69-75.


14 Para cumprir sua comissão de ser testemunha de Cristo, você precisa ter mais do que apenas determinação. Quando opositores tentarem destruir sua fé ou impedi-lo de pregar, siga o exemplo de Pedro e João. Ore a Jeová pedindo forças. Busque o apoio da congregação. Diga aos anciãos e a outros cristãos maduros as dificuldades que você enfrenta. As orações de nossos irmãos podem nos dar forças para perseverar. - Efé. 6:18; Tia. 5:16.


15 Se alguma vez você cedeu à pressão e parou de pregar por um tempo, não fique desanimado. Lembre-se de que todos os apóstolos pararam de pregar por um período depois da morte de Jesus, mas logo ficaram ativos novamente. (Mat. 26:56; 28:10, 16-20) Em vez de permitir que erros passados o desanimem, será que pode aprender desses erros e usar o que aprendeu para fortalecer outros?


16 Pelo que devemos orar quando autoridades nos oprimem? Observe que os discípulos não pediram para ser poupados das provações. Eles se lembravam muito bem da declaração de Jesus: "Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós." ( João 15:20) Em vez disso, esses leais discípulos pediram que Jeová 'desse atenção' às ameaças dos opositores. (Atos 4:29) Fica evidente que os discípulos enxergavam além das provações, reconhecendo que a perseguição que enfrentavam era, na verdade, cumprimento de profecia. Eles sabiam que, conforme Jesus os havia ensinado a orar, a vontade de Deus seria 'realizada na terra' independentemente do que meros governantes humanos pudessem dizer. - Mat. 6:9, 10.


17 A fim de fazerem a vontade de Deus, os discípulos oraram: "Concede aos teus escravos que persistam em falar a tua palavra com todo o denodo." Qual foi a resposta de Jeová? Imediatamente "foi abalado o lugar onde estavam ajuntados; e todos juntos ficaram cheios de espírito santo e falaram a palavra de Deus com denodo". (Atos 4:29-31) Nada pode impedir que a vontade de Deus seja feita. (Isa. 55:11) Por maior que sejam os obstáculos, por mais poderoso que seja o adversário, se 'elevarmos nossa voz a Deus' em oração, podemos ter a certeza de que Ele nos dará forças para continuarmos a falar Sua palavra com destemor.Prestaram contas "não a homens, mas a Deus" (Atos 4:32-5:11)


18 A recém-formada congregação em Jerusalém logo chegou a mais de 5 mil membros. Apesar de terem diferentes formações, os discípulos tinham "um só coração e alma". Eles estavam unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar. (Atos 4:32; 1 Cor. 1:10) Os discípulos faziam mais do que apenas pedir a Jeová que abençoasse seus esforços. Eles apoiavam uns aos outros em sentido espiritual e, quando necessário, em sentido material. (1 João 3:16-18) Um exemplo disso foi o discípulo José, chamado de Barnabé pelos apóstolos. Ele vendeu um pedaço de terra que possuía e doou de coração todo o valor para ajudar os que tinham vindo de longe. Assim eles podiam ficar mais tempo em Jerusalém a fim de aprenderem mais sobre sua nova fé.


19 O casal Ananias e Safira também vendeu uma propriedade e fez uma contribuição. Eles disseram ter dado todo o dinheiro, mas 'retiveram secretamente parte do preço'. (Atos 5:2) Jeová tirou a vida daquele casal, não porque a quantia doada fosse insuficiente, mas porque a motivação deles era má e eles mentiram. Eles 'trapacearam, não a homens, mas a Deus'. (Atos 5:4) Como os hipócritas a quem Jesus condenou, Ananias e Safira estavam mais preocupados em obter a glória de homens do que a aprovação de Deus. - Mat. 6:1-3.


20 Atualmente, milhões de Testemunhas de Jeová apóiam a obra mundial de pregação por meio de donativos, demonstrando o mesmo espírito de generosidade dos fiéis discípulos do primeiro século em Jerusalém. Ninguém é obrigado a dar de seu tempo ou de seu dinheiro para apoiar essa obra. De fato, Jeová não quer que o sirvamos contra a nossa vontade ou por obrigação. (2 Cor. 9:7) Quando damos algo a Jeová, ele se interessa não na quantidade, mas na nossa motivação. (Mar. 12:41-44) Jamais queremos ser como Ananias e Safira, permitindo que nosso serviço a Deus seja motivado pelo egoísmo ou pelo desejo de obter glória. Em vez disso, como Pedro, João e Barnabé, queremos que o nosso serviço a Jeová seja sempre motivado por genuíno amor a ele e ao próximo. - Mat. 22:37-40.


[Quadro na página 34]


O SUMO SACERDOTE E OS PRINCIPAIS SACERDOTESO sumo sacerdote representava o povo perante Deus. No primeiro século EC, ele também presidia o Sinédrio. Junto com ele, como líderes dos judeus, estavam os principais sacerdotes. Esse grupo era composto por ex-sumos sacerdotes, como Anás, e por homens de famílias das quais os sumos sacerdotes eram escolhidos. Existiam talvez apenas quatro ou cinco dessas famílias. "O simples fato de pertencer a uma das famílias privilegiadas", escreveu o erudito Emil Schürer, "devia conferir [à pessoa] certo grau de prestígio" entre os sacerdotes.


As Escrituras indicam que o sumo sacerdócio era vitalício. (Núm. 35:25) Durante o período abrangido pelo livro de Atos, porém, os governadores romanos e os reis que governavam com a permissão de Roma designavam e destituíam sumos sacerdotes como bem entendiam. Mesmo assim, parece que quando esses governantes pagãos designavam sumos sacerdotes, eles os escolhiam da linhagem de Arão.


Perguntas:



13, 14. O que devemos fazer quando enfrentamos oposição, e por quê?


15. Por que os que talvez tenham parado de pregar por um tempo não devem ficar desanimados?


16, 17. O que aprendemos da oração feita pelos seguidores de Cristo em Jerusalém?


18. O que os membros da congregação em Jerusalém faziam uns pelos outros?


19. Por que Jeová executou Ananias e Safira?


20. O que aprendemos sobre o que Jeová espera quando damos algo a ele?


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