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Destaque da Biblia: Jeremias 12-16



 ((Jeremias 12:2) 2 Tu os plantaste; também criaram raízes. Continuam progredindo; também produziram fruto. Estás perto na sua boca, mas longe dos seus rins.
A Palavra de Deus, embora possa estar nos lábios dos iníquos, não atinge os aspectos mais íntimos de sua personalidade. ” Isto se assemelha ao texto em Isaías 29:13, citado por Jesus em Mateus 15:7, 8, que diz a mesma coisa sobre o coração do iníquo, mostrando assim que às vezes o “coração” e os “rins” são usados de maneira correspondente.
(Jeremias 13:6) 6 Mas, sucedeu ao fim de muitos dias que Jeová passou a dizer-me: “Levanta-te, vai ao Eufrates e toma de lá o cinto que te mandei encobrir por lá.”
O texto de Jeremias 13:1-7 tem sido assunto de muitas discussões, visto que uma viagem de Jeremias de Jerusalém ao rio Eufrates, mesmo até o seu ponto mais próximo, a certa distância ao S de Carquemis, representaria uma viagem de mais de 500 km na ida e na volta, e o texto indica que ele possivelmente fez a viagem duas vezes (embora não se declare o tempo entre uma e outra). Uma tradução em inglês, publicada pela Sociedade Publicadora. . Embora alguns salientem que neste texto não se usa a palavra hebraica na·hár (rio) em conexão com Peráth, deve-se notar que também está faltando em Jeremias 51:63, mas ali a referência é obviamente ao rio Eufrates. Por isso, não parece haver nenhum bom motivo para se presumir que o relato em Jeremias 13:1-7 se refira a outra coisa, em vez de ao rio Eufrates.

(Jeremias 13:22) 22 E quando dirás no teu coração: ‘Por que é que me sobrevieram estas coisas?’ por causa da abundância do teu erro tiraram-se as orlas da tua [veste] qual cobertura; teus calcanhares foram tratados com violência.
Numa profecia, a infiel Jerusalém foi assemelhada a uma mulher de má reputação, a ser punida por se ‘tratarem com violência’ seus calcanhares, isto é, por ser obrigada a andar em terreno acidentado, doloroso para os seus calcanhares; isto aconteceu quando Jerusalém foi levada ao exílio em Babilônia, em 607 AEC. — Je 13:22
(Jeremias 14:8) 8 Ó tu, esperança de Israel, Salvador dele no tempo da aflição, por que te tornas como um residente forasteiro no país e como o viajante que se desviou para passar a noite?
Qualquer esperança confiável que seu povo tivesse provinha dele; assim, ele era sua esperança. Tal esperança não significava apenas desejar que algo acontecesse. Deus lhes deu uma base sólida para ter esperança. Nos seus tratos com eles ao longo dos séculos, ele criou a reputação de fazer promessas e de cumpri-las. O líder da nação, Josué, disse a Israel: “Vós bem sabeis  . . . que não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, vosso Deus, vos falou.” — Josué 23:14.
(Jeremias 14:14) 14 E Jeová prosseguiu, dizendo-me: “Falsidade é o que os profetas estão profetizando em meu nome. Não os enviei, nem lhes dei ordem, nem falei com eles. Falam-vos profeticamente duma visão falsa, e de adivinhação, e duma coisa que nada vale, e da ardileza de seu coração.
Aqueles falsos profetas afirmavam falar em nome de Jeová, mas promoviam suas próprias idéias, sua própria sabedoria. Assim, suas palavras eram uma ‘coisa que nada valia’. Eram sem valor e representavam uma real ameaça espiritual. Em 607 AEC, muitos dos que deram ouvidos a tais palavras sem valor sofreram uma morte prematura às mãos de soldados babilônios.
(Jeremias 14:17) 17 “E tens de dizer-lhes esta palavra: ‘Vertam meus olhos lágrimas, noite e dia, e não parem, porque a virgem filha do meu povo foi quebrantada com uma grande derrocada, com um golpe extremamente mórbido.
Não raro o termo “virgem” é usado relacionado com cidades, lugares ou povos. Faz-se referência à “virgem” ou “virgem filha” de “meu povo” (Je 14:17), bem como de Israel (Je 31:4, 21; Am 5:2), Judá (La 1:15), Sião (2Rs 19:21; La 2:13), Egito (Je 46:11), Babilônia (Is 47:1) e Sídon (Is 23:12). O sentido deste uso figurado parece ser que os diversos povos ou localidades assim mencionados não haviam sido tomados e assolados por conquistadores estrangeiros, ou então, numa época, gozavam da condição não subjugada, como a duma virgem.

(Jeremias 15:17) 17 Não me sentei no [meio do] grupo íntimo dos que fazem pilhérias, nem comecei a rejubilar. Por causa da tua mão, sentei-me inteiramente à parte, pois me encheste de verberação. . .
Jeremias preferiu ficar sozinho a ser corrompido por maus companheiros. Nós hoje encaramos a questão do mesmo modo. Nunca nos esquecemos da advertência do apóstolo Paulo, de que “más associações estragam hábitos úteis”, mesmo os hábitos úteis que já temos por muitos anos. — 1 Coríntios 15:33.
As más companhias podem fazer que o espírito do mundo corrompa nosso modo de pensar. (1 Coríntios 2:12; Efésios 2:2; Tiago 4:4) Portanto, treinemos as nossas faculdades perceptivas para identificar as companhias prejudiciais e evitá-las completamente. (Hebreus 5:14) Se Paulo estivesse vivo hoje, o que acha que ele diria a um cristão que vê filmes imorais ou violentos, ou esportes violentos? O que aconselharia a um irmão que procura fazer amizade com pessoas totalmente desconhecidas pela internet? O que ele acharia de um cristão que passa muitas horas jogando videogames ou vendo televisão, mas que não tem bons hábitos de estudo? — 2 Coríntios 6:14; Efésios 5:3-5, 15, 16.



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