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Destaques de Mateus 16-21

Leitura de Mateus 16-21

(Mateus 16:28) “Deveras, eu vos digo que há alguns dos parados aqui que não provarão absolutamente a morte, até que primeiro vejam o Filho do homem vir no seu reino.”
Alguns talvez achem que essas palavras não se cumpriram porque todos os discípulos de Jesus que estavam presentes quando ele disse isso faleceram antes do estabelecimento do Reino de Deus no céu. A obra The Interpreter’s Bible (A Bíblia do Intérprete) chega a dizer sobre esse versículo: “Essa predição não se cumpriu, e mais tarde os cristãos acharam necessário explicar que se tratava de uma metáfora.”
No entanto, o contexto desse versículo, bem como o dos relatos paralelos de Marcos e de Lucas, ajudam-nos a entender o verdadeiro significado desse texto. O que Mateus relatou logo depois das palavras citadas anteriormente? Ele escreveu: “Seis dias depois, Jesus tomou a Pedro, e a Tiago, e a João, irmão deste, e levou-os à parte, a um alto monte. E ele foi transfigurado diante deles.” (Mateus 17:1, 2) Marcos e Lucas também relacionaram o comentário de Jesus a respeito do Reino com o relato da transfiguração. (Marcos 9:1-8; Lucas 9:27-36) A transfiguração de Jesus, isto é, sua aparição em glória na presença dos três apóstolos, representou a então futura vinda de Jesus com o poder de Rei do Reino. Pedro confirma esse entendimento por falar do “poder e [da] presença de nosso Senhor Jesus Cristo”, relacionando isso com o fato de ele ter testemunhado a transfiguração de Jesus. — 2 Pedro 1:16-18.
(Mateus 17:12) . . .No entanto, eu vos digo que Elias já veio e não o reconheceram, mas fizeram com ele o que quiseram. “Do mesmo modo também o Filho do homem está destinado a sofrer às mãos deles.”
Queria Jesus dizer com isso que João, o Batizador, era uma reencarnação do profeta Elias? O próprio João sabia que não era. Certa ocasião, quando se lhe perguntou: “És tu Elias?”, João respondeu claramente: “Não sou.” (João 1:21) Contudo, havia sido predito que João precederia o Messias “com o espírito e o poder de Elias”. (Lucas 1:17; Malaquias 4:5, 6) Em outras palavras, João, o Batizador, era “Elias” no sentido de que realizava uma obra comparável à de Elias.

(Mateus 17:20) . . .Ele lhes disse: “Por terdes pouca fé. Pois, deveras, eu vos digo: Se tiverdes fé do tamanho dum grão de mostarda, direis a este monte: ‘Transfere-te daqui para lá’, e ele se transferirá, e nada vos será impossível.. . .

Precisamos de fé para vencer obstáculos montanhescos que interferem no nosso progresso espiritual e para lidar com as dificuldades. Não devemos ser negligentes no que diz respeito a edificar e fortalecer nossa fé em Jeová e em suas promessas. — Mar. 11:23; Luc. 17:6.
(Mateus18:1-4; 20:20-28). A imperfeição humana e uma formação religiosa que enfatizava ter destaque fez com que os discípulos de Jesus se preocupassem demais em ser o maior. Devemos cultivar a humildade, ao passo que nos precavemos contra tendências pecaminosas e mantemos um conceito correto sobre privilégios e responsabilidades.

(Mateus 18:21, 22) . . .Pedro aproximou-se então e disse-lhe: “Senhor, quantas vezes há de pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?” Jesus disse-lhe: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes.
Será que Jesus estava incentivando Pedro a manter um registro detalhado das transgressões das pessoas? Não. Em vez disso, ao mudar o 7 sugerido por Pedro para 77, ele estava dizendo que não há limite específico para o perdão. Jesus mostrou que Pedro havia sido influenciado pelo espírito duro e intolerante que prevalecia naqueles dias, em que o perdão era aplicado friamente como se fosse registrado num livro de contabilidade. No entanto, o perdão divino é abrangente e generoso.

(Mateus 19:28) — O que representam as “doze tribos de Israel” que serão julgadas? Elas não representam as 12 tribos do Israel espiritual. (Gál. 6:16; Rev. 7:4-8) Os apóstolos a quem Jesus se dirigia fariam parte do Israel espiritual, de modo que não seriam juízes de seus membros. Jesus fez ‘com eles um pacto para um reino’, e eles seriam ‘um reino e sacerdotes para Deus’. (Luc. 22:28-30; Rev. 5:10) Os do Israel espiritual “julgarão o mundo”. (1 Cor. 6:2) Assim, as “doze tribos de Israel”, a quem os que estão nos tronos celestiais julgam, pelo visto representam o mundo da humanidade que não faz parte da classe real, sacerdotal, conforme retratada pelas 12 tribos no Dia da Expiação. — Lev., cap. 16.

 (Mateus 20:23) . . .Disse-lhes ele: “Bebereis, de fato, o meu copo, mas, assentar-se à minha direita e à minha esquerda não é meu para dar, mas pertence àqueles para quem tem sido preparado por meu Pai.”
Se Jesus realmente fosse Deus, isso não teria sido uma mentira? Mas ao se submeter Àquele que tem mais autoridade, Jesus estabeleceu um belo exemplo de modéstia — e mostrou que não era igual a Deus.

(Mateus 20:25, 26) Jesus, porém, chamando-os a si, disse: “Sabeis que os governantes das nações dominam sobre elas e que os grandes homens exercem autoridade sobre elas. Não é assim entre vós; mas, quem quiser tornar-se grande entre vós tem de ser o vosso ministro...
Os tiranos do mundo “dominam sobre” outros impondo-lhes sua vontade e insistindo que façam as coisas dum certo modo, ameaçando-os com punição se desobedecerem. Jesus Cristo, porém, destacou que precisamos servir outros e não forçá-los a nos obedecer. (Mateus 20:27, 28) Ele sempre tratou os discípulos de maneira amorosa. Será muito mais fácil para os outros cooperarem com você se seguir o exemplo de Jesus. (Hebreus 13:7, 17) Também poderá facilitar para que eles, se puderem, façam mais do que se espera, por vontade própria e não à força. — Mateus 5:41.

(Mateus 21:28-31.) O que realmente conta para Jeová é fazermos sua vontade. Por exemplo, devemos ter uma participação zelosa na obra de pregação do Reino e de fazer discípulos. — Mat. 24:14; 28:19, 20.

***Fonte: Revistas Despertai(g) e Sentinela(w)***

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1 Comentaram (Comente também):

  1. Matheus 18:35 , me mostrou que os pecados que cometemos numa vida inteira de inperfeição provam que não temos a mínima condição de atender aos padrões de Jeová, e que ele esta disposto a nos perdoar . Portanto vi que se eu desejar ter a amizade de Jeová tenho a obrigação de perdoar as falhas do meu proximo pois a dispocição de perdoar é um requisito cristão independentemente de quantas vezes alguém nos ofenda .

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