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Destaque de O Cântico de Salomão 1-8

A sulamita conheceu o pastor no local do nascimento dele. (Cân 8:5b) Zelosos pela castidade de sua irmã, os irmãos da sulamita tentaram protegê-la da tentação. Portanto, quando ela queria aceitar o convite de seu amado, de ir com ele ver as belezas do começo da primavera (2:8-14), eles ficaram irados com ela, e, aproveitando-se da necessidade sazonal, designaram-na para guardar os vinhedos contra as depredações das pequenas raposas. (1:6; 2:15) Exposta aos raios solares, a sulamita perdeu a alvura da sua pele. — 1:5, 6.
Mais tarde, quando estava a caminho do jardim das nogueiras, ela, sem querer, chegou ao acampamento do Rei Salomão. (Cân 6:11, 12) Quer tenha sido vista ali pelo próprio rei, quer observada por outrem e então recomendada a ele, a sulamita foi levada ao acampamento de Salomão. O Rei Salomão revelou sua admiração por ela. Mas ela não sentiu nenhuma atração por ele, e expressou saudades de seu amado pastor. (1:2-4, 7) As “filhas de Jerusalém”, por conseguinte, recomendaram que ela deixasse o acampamento e procurasse seu amado. (1:8) Salomão, porém, não estava disposto a deixá-la ir embora e começou a louvar-lhe a beleza, prometendo modelar argolinhas de ouro e botõezinhos de prata para ela. (1:9-11) A sulamita informou então o rei que o objeto de seu amor era outra pessoa. — 1:12-14.
Depois disso, o amado pastor da sulamita veio ao acampamento de Salomão e expressou seu afeto por ela. Ela também lhe assegurou o seu amor. (Cân 1:15-2:2) Ao falar às “filhas de Jerusalém”, a sulamita comparou seu amado a uma árvore frutífera entre as árvores da floresta, e solenemente as pôs sob juramento, pelo que era lindo e gracioso, a não tentarem suscitar nela um amor indesejado. (2:3-7) Sempre, mesmo durante as horas noturnas, ela continuava a ansiar o seu amado pastor, e relembrou às “filhas de Jerusalém” que elas estavam sob juramento de não tentarem despertar nela o amor até que estivesse disposto a isso. — 2:16-3:5.
Voltando a Jerusalém, Salomão levou junto a sulamita. Vendo o cortejo que se aproximava da cidade, várias “filhas de Sião” comentaram a aparência do cortejo. (Cân 3:6-11) Em Jerusalém, o amado pastor, tendo seguido o cortejo, entrou em contato com a sulamita e louvou a beleza dela, assegurando-lhe assim seu amor. (4:1-5) A sulamita expressou seu desejo de partir da cidade (4:6), e ele continuou a expressar sua admiração por ela. (4:7-16a) “Entre meu querido no seu jardim e coma dos seus frutos seletos”, disse ela. (4:16b) A resposta dele a este convite foi: “Entrei no meu jardim, ó minha irmã, noiva minha.” (5:1a) As mulheres de Jerusalém os encorajaram, dizendo: “Comei, companheiros! Bebei e embriagai-vos com expressões de afeto!” — 5:1b.
Quando a sulamita, depois de um pesadelo, contou-o às “filhas de Jerusalém” e disse-lhes que estava desfalecida de amor (Cân 5:2-8), elas queriam saber o que havia de tão especial no seu querido. A sulamita passou então a descrever seu amado em termos elogiosos. (5:10-16) Perguntada por elas onde ele se encontrava, informou-as que ele estava pastoreando entre os jardins. (6:1-3) Mais uma vez, Salomão confrontou a sulamita com expressões de louvor. (6:4-10) Informado de que ela não procurara a companhia dele (6:11, 12), Salomão rogou que ela voltasse. (6:13a) Isto induziu-a a perguntar: “Que estais contemplando na sulamita?” (6:13b) Salomão aproveitou isso como oportunidade para expressar mais admiração por ela. (7:1-9) Mas a sulamita continuou imutável no seu amor e exortou as “filhas de Jerusalém” a não despertar nela o amor, quando este não estava disposto a surgir espontaneamente. — 7:10-8:4.
Evidentemente, Salomão permitiu então que a sulamita voltasse para casa. Vendo-a chegar, os irmãos dela perguntaram: “Quem é esta mulher subindo do ermo, encostando-se no seu querido?” (Cân 8:5a) Os irmãos da sulamita não se haviam dado conta de que sua irmã tinha tal constância no amor. Em anos anteriores, um irmão dissera a respeito dela: “Temos uma pequena irmã que não tem peitos. Que faremos por nossa irmã no dia em que for pedida?” (8:8) Outro irmão respondeu: “Se ela for uma muralha, construiremos sobre ela um parapeito de prata; mas se ela for uma porta, nós a bloquearemos com uma tábua de cedro.” (8:9) No entanto, visto que a sulamita havia resistido com bom êxito a todos os induzimentos, satisfazendo-se com o seu próprio vinhedo e permanecendo leal no seu afeto ao seu amado (8:6, 7, 11, 12), ela podia dizer corretamente: “Sou uma muralha, e meus peitos são como torres. Neste caso me tornei aos seus olhos como aquela que acha paz.” — 8:10.
O cântico conclui com uma expressão do desejo de seu pastor amado de ouvir a voz dela (Cân 8:13), e com a expressão do desejo dela, de que ele viesse pulando, cruzando os montes que os separavam. — 8:14.

1:2, 3  Por que as lembranças das expressões de afeto do pastor eram como vinho e seu nome como óleo? Assim como o vinho alegra o coração e ungir a cabeça com óleo é reconfortante, a recordação do amor do rapaz e de seu nome fortaleciam e consolavam a jovem. (Salmo 23:5; 104:15) Os cristãos verdadeiros, em especial os ungidos, também encontram força e encorajamento ao refletirem sobre o amor de Jesus Cristo por eles.
1:5  Por que a camponesa comparou a sua pele morena às “tendas de Quedar”? Os tecidos de pêlo de cabra tinham muitos usos. (Números 31:20) Para fazer “a tenda sobre o tabernáculo”, por exemplo, foram usados “panos de pêlos de cabra”. (Êxodo 26:7) Como até hoje é o caso das tendas de beduínos, é bem provável que as de Quedar fossem feitas de pêlos de cabra escuros.
1:15  Ao que o jovem pastor se referia com a expressão: “Teus olhos são os das pombas”? Ele quis dizer que a aparência dos olhos de sua amada era suave e meiga como os olhos das pombas.
2:7; 3:5  Por que as damas da corte foram colocadas sob juramento “pelas fêmeas das gazelas ou pelas corças do campo”? As gazelas e as corças são famosas por sua graciosidade e beleza. Assim, a jovem sulamita, em nome de tudo o que é gracioso e belo, obrigou as damas da corte a não tentarem despertar nela o amor indesejado.
4:1; 6:5  Por que o cabelo da sulamita é comparado a uma “grei de caprídeos”? A comparação sugere que o cabelo dela era brilhoso e viçoso como o pêlo escuro das cabras.
4:11  O que é significativo na observação de que ‘os lábios da sulamita gotejavam mel de favo’ e que ‘debaixo de sua língua havia leite e mel’? O mel de favo é mais saboroso e doce do que o mel exposto ao ar. Essa comparação, bem como a idéia de que havia mel e leite debaixo da língua da jovem, enfatiza o tom cordial e agradável das palavras da sulamita.
5:12  Qual é a idéia por trás da expressão “seus olhos são como pombas junto aos regos de água, banhando-se em leite”? A jovem descrevia os belos olhos de seu amado. Talvez poeticamente comparasse a íris escura cercada pelo branco dos olhos a pombas azul-cinzentas se banhando no leite.
5:14, 15  Por que as mãos e as pernas do pastor são descritas desse modo? A moça, pelo visto, referia-se aos dedos do pastor como cilindros de ouro e às unhas como crisólito. Ela comparou as pernas dele a “colunas de mármore” porque eram fortes e belas.
6:4, nota  Será que “Cidade Agradável” se refere a Jerusalém? Não. Refere-se a “Tirza”. Essa cidade cananéia foi capturada por Josué e, depois dos dias de Salomão, ela se tornou a primeira capital do reino setentrional de Israel, de dez tribos. (Josué 12:7, 24; 1 Reis 16:5, 6, 8, 15) “A cidade deve ter sido muito bonita”, diz uma obra de referência, “o que explicaria a sua menção aqui”.
6:13, nota  O que é “a dança de dois acampamentos”? Essa expressão pode ser traduzida também por “dança de Maanaim”. A cidade com esse nome ficava na margem oriental do rio Jordão, perto do vale da torrente do Jaboque. (Gênesis 32:2, 22; 2 Samuel 2:29) “A dança de dois acampamentos” talvez se refira a certa dança que se realizava em Maanaim por ocasião de uma festividade.
7:4  Por que Salomão comparou o pescoço da sulamita a uma “torre de marfim”? Anteriormente, a moça havia recebido o seguinte elogio: “Teu pescoço é como a torre de Davi.” (Cântico de Salomão 4:4) Uma torre costuma ser alta e esguia, e o marfim é liso. Salomão ficou impressionado com a forma esguia e lisa do pescoço da sulamita.
Lições para nós:
1:2; 2:6. Castas expressões de carinho podem ser apropriadas no namoro. Mas o casal deve cuidar que sejam manifestações de genuíno afeto e não de paixão impura, que pode levar à imoralidade sexual. — Gálatas 5:19.
1:6; 2:10-15. Os irmãos da sulamita não permitiram que a irmã deles fosse com o seu amado a um lugar isolado nas montanhas, mas isso não foi por ela ser imoral ou ter más intenções. Em vez disso, eles agiram com cautela para evitar que ela se colocasse numa situação que pudesse levar à tentação. A lição para os casais de namorados é que não devem ficar sozinhos em lugares isolados.
2:1-3, 8, 9. Embora fosse bela, a jovem sulamita modestamente se comparava ‘apenas a um açafrão (uma flor comum) da planície costeira’. Por ela ser bela e fiel a Jeová, o jovem pastor a considerava um “lírio entre as plantas espinhosas”. E quanto a ele? Por ser bonito, ela o comparava a “uma gazela”. Ele também deve ter sido um jovem espiritualizado e devotado a Jeová. “Como a macieira [que dá sombra e alimento] entre as árvores da floresta”, diz ela, “assim é meu querido entre os filhos”. Não são a fé e a devoção a Deus qualidades desejáveis a se procurar num prospectivo cônjuge?
2:7; 3:5. A camponesa não sentiu nenhuma atração romântica por Salomão. Além disso, ela colocou as damas da corte sob juramento no sentido de que não tentassem criar nela um amor que não fosse pelo jovem pastor. Não é possível nem apropriado sentir amor romântico por todo e qualquer tipo de pessoa. O cristão solteiro que deseja se casar deve procurar como pretendente apenas alguém que seja servo leal de Jeová. — 1 Coríntios 7:39.
     4:7. Por resistir às tentativas de sedução de Salomão, a sulamita, embora imperfeita, mostrou ter moral impecável. De modo que sua força moral realçou sua beleza física. Deve ser assim também no caso das mulheres cristãs.
4:12. Como um belo jardim rodeado por uma cerca ou um muro, cujo acesso só poderia ser por um portão trancado, a jovem sulamita reservou suas ternas afeições apenas para seu futuro marido. Que belo exemplo para os cristãos solteiros, tanto homens como mulheres!

1 Comentaram (Comente também):

  1. eu pude aprender muito sobre sulamita, sulamita amava o pasto ela até mesmo diz que o seu amor era mas forte do que a morte. o amor é algo inesplicavél não escolhemos acontece, se um dia jeová permiti que eu me case essa pessoa tenque ser um servo dele mostra realmente que o ama e também me amar.

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